A salvação opera nos abismos.
Na estação indescritível,
o gênio mau da noite me forçava
com saudade e desgosto pelo mundo.
A relva estremecia
mas não era pra mim,
nem os pássaros da tarde.
Cães, crianças, ladridos,
despossuíam-me.
Então rezei: salva-me, Mãe de Deus,
antes do tentador com seus enganos.
A senhora está perdida?
Disse o menino,
é por aqui.
Voltei-me
e reconheci as pedras da manhã.
Olá! Sou blogueiro, também, e estou desenvolvendo um blog que apresenta, aos leitores, de forma simples e objetiva, a obra de Adélia Prado! Escrevo para lhe convidar a fazer uma visita e a conhecer mais a respeito do meu trabalho!
ResponderExcluirUm grande abraço e até la´!
http://apoesiadeadeliaprado.blogspot.com.br/